Em matéria de amor, escreve-se à flor da pele.
Num extâse de intensidade absoluto - seja ele alfa da dor ou não... Um amor correspondido ou não.
Em termos literários tudo isso parece muito plausível...E então todas as composições mostram-se tão intensas...
- Como também é vivido? - Eu me pergunto
É mais provável que a intensidade descrita seja uma busca (por ela) em quaisquer momentos da vida, do que realmente uma descrição do que se vive.
Afinal, é sempre mais fácil tornar qualquer coisa poesia do que enxergá-la na banalidade do dia-a-dia...né não?
Ao som de Loquat.
quarta-feira, 20 de junho de 2007
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