sábado, 9 de junho de 2007

Vivo.

Sabe,
Eu quero só fazer uma observação, já que minhas duas companheiras escreveram Caio. Do Caio.

Acho ele fantástico por um motivo que se acentua entre todos os outros: ele é óbvio, direto, destemido. Ele usa uma tal obviedade sem medo e sem entrelinhas, sabe? Ele pergunta, afirma, e ele não tem medo de dizer dos gostos que tem sentido na boca. Diz coisas que todo mundo sente, sabe, saboreia, mas nos passa por irrelevante. A diferença é que disso, ele faz poesia. Uma poesia nem tão refinada assim, às vezes até grosseira, mas sempre direta, óbvia. Ele é ótimo. E ele é ótimo por que diz. E diz o que todo mundo sabe, sente e é. E o seu vomito é poético. Como ele mesmo diz, depois sai até flor. E por que? Por que é vivo.

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