segunda-feira, 9 de julho de 2007
queridas,
"Amo vocês como quem escreve para uma ficção:sem conseguir dizer nem mostrar isso . O que sobra é o áspero do gesto , a secura da palavra. Por trás disso, há muito amor. Amor louco - todas as pessoas são loucas, inclusive nós; amor encabulado - nós da fronteira com a Argentina, somos especialmente encabulados. Mas amor de verdade. Perdoem o silêncio, o sono, a rispidez, a solidão..."
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